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6 de outubro de 2008

LIÇÕES DAS URNAS I




Em resumo, acabou a votação e tive 902 votos, quantidade insuficiente para ser eleito. Algumas pessoas me consolam sugerindo que esse número é importante para uma primeira campanha.

De fato, fiz uma campanha limpa e alegre que deu muita exposição e - para muitos - a sensação de que a eleição era viável. Por que a exposição não se converteu em votos? é papo pra especialistas.

O que pude observar é que uma eleição se faz na base do clientelismo e do dinheiro. Dinheiro pra comprar material, lideranças e votos. A compra de votos nessa campanha foi descarada. E a culpa se divide entre o político que compra e o povo que vende.

Não existe discussão de propostas e histórico dos candidatos. O eleitor sequer sabe pra que serve um vereador. Ele quer um paizão que lhe arrume um saco de cimento ou uma vaga na creche. A cidade que se dane.

Pensando assim, os votos que tive são de extremo valor. São pessoas que entenderam um projeto de qualidade e votaram nele.

Nos próximos dias vou pensar se quero investir numa carreira política e nas estratégias para consolidar minha imagem de político.


GRATEFUL



Aproveito para agradecer a cada um dos 902 eleitores que votou em mim.
Aos que me apoiaram e tiveram a generosidade de manifestar seu voto.
Aos dedicados funcionários que pude contratar.
Ao Nacif e à Cláudia que tiveram uma dedicação especial.
Aos meus irmãos, primos, filhos e demais parentes.

E especialmente ao meu irmão Rafael que se empolgou e assumiu a campanha com mais vontade até do que eu mesmo.